Política de Privacidade
O que o PaimHub guarda, por quê, por quanto tempo, e o que você pode exigir.
Última atualização: 25/09/2026
1. Quem responde por esta política
O PaimHub é operado por L Paim Argiles Ltda (Paim Tech), CNPJ 61.581.689/0001-80, com endereço em Rua Citrino, 47 — Gravataí/RS.
Encarregado pelo tratamento de dados pessoais: Luccas Paim Argiles, paimtechrs@gmail.com. É por esse endereço que qualquer pessoa exerce os direitos descritos na seção 9.
2. Dois papéis diferentes, e a diferença importa
O PaimHub é um sistema que empresas contratam para tocar o próprio negócio. Isso cria duas situações que a lei trata de maneiras diferentes, e é importante que fique claro qual é qual.
Dos dados da empresa contratante, somos controladores. Nome, e-mail e telefone de quem contrata, dados de cobrança, e os acessos criados para a equipe dela. Somos nós que decidimos guardar isso, e a responsabilidade é nossa.
Dos dados que a empresa cadastra lá dentro, somos apenas operadores. Os clientes dela, os funcionários dela, as negociações dela. Quem decide coletar, o que coletar e por quanto tempo manter é a empresa contratante — ela é a controladora desses dados. Nós fornecemos o sistema, guardamos com segurança e só mexemos quando ela pede.
Na prática: se você é cliente de uma loja que usa o PaimHub e quer saber por que seus dados estão lá, quem responde é a loja. Nós ajudamos a loja a responder, e cumprimos o que ela determinar.
3. Não vendemos dados, e não usamos para treinar nada
Nenhum dado de nenhuma empresa é vendido, alugado ou cedido para terceiros com finalidade comercial. Nenhum dado de uma empresa é usado para beneficiar outra.
Os dados também não são usados para treinar modelos de inteligência artificial.
4. O que o sistema guarda
Esta lista descreve o sistema como ele é hoje.
Conta de acesso. Nome, e-mail, data do último acesso e a empresa a que a pessoa pertence. A senha nunca é guardada por nós: quem cuida disso é o serviço de autenticação, e nem nós conseguimos lê-la.
Clientes cadastrados pela empresa. Nome, CPF ou CNPJ, data de nascimento, e-mail, telefone, WhatsApp, endereço, anotações, o que a pessoa procura e o que ela escreveu ao entrar em contato.
Sobre a data de nascimento. Ela é usada para duas coisas, e as duas são ditas aqui de propósito. A primeira é calcular simulação de financiamento, quando a própria pessoa pede — é dado base do cálculo. A segunda é lembrar do aniversário, para a empresa mandar uma mensagem ou oferecer um brinde. Se você não quiser a segunda, é só pedir para a empresa que te atende: ela apaga o campo e nada mais depende dele.
Funcionários cadastrados pela empresa. Nome, CPF, data de nascimento, cargo, datas de admissão e desligamento, remuneração acordada, contato e a papelada com data de validade.
Formulários públicos. Quando a empresa publica um formulário no site dela, guardamos o que a pessoa preencheu, mais o endereço IP e o navegador usados. O IP existe para conter envio automatizado, não para rastrear ninguém.
Arquivos e fotos. Imagens do catálogo e, quando o recurso estiver disponível, documentos anexados ao cadastro dos funcionários. Ver a seção 6, porque as fotos de catálogo têm um comportamento que precisa ser dito com clareza.
Registro de atividade. Quem fez o quê e quando, dentro de cada empresa, com o endereço IP. É o que permite reconstituir o que aconteceu quando alguém pergunta.
5. Dado de saúde: o exame médico do funcionário
Entre os tipos de documento que a empresa pode registrar está o ASO, o atestado de saúde ocupacional. A lei brasileira classifica dado referente à saúde como dado pessoal sensível, com proteção mais rígida que a dos demais.
Por isso o sistema guarda apenas o que serve ao controle de validade: que o exame existe e quando vence. Nenhum resultado, diagnóstico ou informação clínica é solicitado em campo nenhum.
Quando o anexo de arquivo estiver disponível para esse tipo de documento, ele ficará em armazenamento fechado, acessível apenas por quem tem permissão dentro da empresa, e nunca por endereço público. Enquanto essa separação não estiver pronta, o anexo permanece desabilitado.
6. As fotos do catálogo são públicas de propósito
O catálogo existe para alimentar a vitrine do site da empresa. As imagens enviadas ali ficam em endereços públicos na internet: quem tiver o endereço vê a foto, sem precisar de senha. É o que faz o site do cliente funcionar.
Os endereços são longos e aleatórios, então não é possível descobri-los por tentativa, e nenhuma listagem é exposta. Ainda assim, a regra prática é simples e vale dizer: o catálogo não é lugar para nada que não possa aparecer numa vitrine.
Ao excluir uma foto, ela sai imediatamente do armazenamento, mas cópias já distribuídas na rede de entrega podem continuar respondendo por aproximadamente um minuto.
7. Quem mais tem acesso, e onde os dados ficam
Para funcionar, o PaimHub usa fornecedores terceiros de infraestrutura: hospedagem do sistema, banco de dados e arquivos, envio de e-mail e monitoramento de erros. Eles só usam os dados para prestar esse serviço.
O banco de dados fica no Brasil. Alguns desses serviços ficam fora do país, e nesses casos a transferência segue o que a LGPD determina.
A empresa cliente que quiser a lista atualizada dos fornecedores pode pedir pelo e-mail do encarregado.
Além desses, os dados podem ser compartilhados quando houver determinação legal ou judicial.
8. Por quanto tempo guardamos
Enquanto a empresa for cliente, os dados dela permanecem disponíveis para uso normal. Exclusões feitas dentro do sistema retiram o registro das telas imediatamente.
Encerrado o contrato, a empresa tem 30 dias para baixar os dados. Depois desse prazo, tudo é apagado em definitivo, exceto o que precise ser mantido por obrigação legal, como registros fiscais da própria contratação.
9. Seus direitos, e como exercer
Qualquer pessoa pode pedir confirmação de que tratamos dados a seu respeito, acesso a eles, correção do que estiver errado, exclusão, portabilidade, e informação sobre com quem foram compartilhados. Também pode revogar consentimento, quando o tratamento se apoiar nele.
O pedido vai para paimtechrs@gmail.com e é respondido em até 15 dias.
Se o pedido for sobre dados que uma empresa cliente cadastrou — os clientes ou funcionários dela — encaminhamos o pedido a ela, porque a decisão é dela. Nós garantimos que ela consiga cumprir.
10. O que fazemos para proteger
Sem promessa vaga. O que existe hoje:
Separação entre empresas. Cada empresa só enxerga o que é dela, e isso é garantido em quatro camadas independentes, uma delas dentro do próprio banco de dados. Existe uma bateria de testes cujo único objetivo é tentar furar essa separação.
Permissão por função. O que cada pessoa pode fazer é verificado no servidor a cada ação, e não apenas escondido da tela.
Senhas e links. Nunca guardamos senha. Links de convite e de redefinição são guardados apenas como resumo criptográfico, têm validade curta e servem uma vez só.
Transporte. Todo o tráfego é criptografado.
Registro. Convite, mudança de permissão, remoção de acesso, configuração da empresa e negócios fechados ficam gravados com autor, data e o que mudou. Login e acesso de suporte ainda não entram nessa trilha — é a próxima peça.
Nenhum sistema é imune. Se ocorrer incidente de segurança com risco relevante, comunicamos as empresas afetadas e a Autoridade Nacional de Proteção de Dados, nos termos da lei.
11. Cookies
O PaimHub usa apenas os cookies necessários para manter você conectado. Não há cookie de publicidade, nem de rastreamento entre sites, nem compartilhamento com redes de anúncio.
12. Mudanças nesta política
Quando este texto mudar, a data de atualização no topo muda junto. Se a mudança alterar de forma relevante como tratamos dados, avisamos as empresas clientes antes de passar a valer.